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VOLAREBRASIL 1/43 F1 COPERSUCAR FITTIPALDI F5A GP RIO BRA 1978

No dia 12 de janeiro de 1975, um sonho se tornava realidade. Ao alinhar seu Copersucar Fittipaldi para a largada do GP F1 da Argentina, etapa de abertura do Mundial daquele ano, Wilson Fittipaldi Júnior fazia história.

Na 23ª e última posição do Grid, estava o primeiro carro brasileiro de Fórmula 1. Wilsinho viu seu bravo time desafiar o tempo para montar o FD01. Levado das margens do Rio Tietê, em São Paulo, até as proximidades do Rio da Prata, em Buenos Aires, o modelo estrearia oficialmente em solo portenho.

Entretanto, problemas no projeto quase impediram a participação do monoposto nacional na pista alviceleste. O début da equipe durou apenas 13 voltas, com um desfecho pra lá de incendiário – uma quebra de suspensão provocou uma escapada de Wilson, que bateu contra o guard-rail. Na sequência do choque, veio o incêndio. O piloto nada sofreu, mas seu FD01 foi consumido pelas chamas.

O carro, antes prateado, estava carbonizado. Mas isso não importava: fazer o bólido deixar a inércia foi uma vitória para a escuderia tupiniquim.

Em pouco mais de um ano, o time saiu do nada para o seleto ‘circo’ da categoria máxima do automobilismo. A saga da Copersucar Fittipaldi teve início em 1973. No término daquele ano, Wilsinho tomou uma decisão que mudaria o rumo de sua carreira: ele deixaria as pistas de lado na temporada de 1974 para se dedicar ao projeto de construir um Fórmula 1.
A medida ganhou o incondicional aval de Emerson. Como os dois irmãos já haviam produzido protótipos nos anos 1960, o cenário não seria novidade. Entretanto, a missão era das mais ingratas, afinal, requereria muito investimento. Ainda assim, Wilson não esmoreceu e mergulhou na aventura. Para fazer parte da empreitada, convidou Ricardo Divila para projetar o carro da equipe.

Wilsinho e Divila chamaram, então, dois mecânicos para iniciar o processo embrionário do time: o japonês Yoshiatsu Itoh (ex-Lotus) e Darci de Medeiros, colaborador da dupla nos tempos de Fórmula 2.
Aos poucos, o ousado projeto foi ganhando adeptos. Diversos desenhistas se uniram ao grupo de Divila, como Odilon Costa Franco Júnior. No auge dos trabalhos, oito designers aperfeiçoavam o primeiro modelo da escuderia brasileira. Joel Queirós e Adilson Aires se juntaram a Itoh e Medeiros na montagem das peças. Já Geraldo Alves, especialista em solda de argônio e oxigênio, foi treinado pela Embraer para unir as peças do cockpit ao chassis. Aliás, a empresa aeronáutica foi uma das primeiras a apoiar o plano de Wilsinho, cedendo, inclusive, seu túnel de vento. Ainda assim, faltava estrutura.

Sem fortes patrocinadores, o FD01 – batizado com as iniciais dos sobrenomes Fittipaldi e Divila – começou a ser concebido em um galpão nas proximidades de Interlagos. Apesar dos esforços, faltava um mecenas. No início do segundo semestre de 1974, a Copersucar (Cooperativa dos Produtores de Cana de Açúcar do Estado de São Paulo) abraçou a causa. Com ela, os idealizadores da escuderia brasileira passavam a ser construtores de fato.

Em 16 de outubro de 1974, no Salão Nobre do Congresso Nacional, em Brasília, o modelo FD01 da Copersucar Fittipaldi era apresentado com pompa. Diante do presidente da República à época, o general Ernesto Geisel, Wilsinho e Divila revelaram o carro brasileiro. Com traços arrojados, o bólido chamou a atenção pela sua beleza.

Assim como Ícaro sonhava em chegar ao sol com suas asas de cera, a Copersucar-Fittipaldi voou no sonho de se tornar a primeira equipe sul-americana na história da Fórmula 1. O sonho tornou-se realidade e de 1975 a 1982, os irmãos Emerson e Wilsinho entraram para a história como os únicos construtores a disputar corridas de F1 no continente, somando pontos, ultrapassando a marca de 100 GPs disputados e subindo ao pódio três vezes – duas com Emerson e outra com Keke Rosberg.

A equipe sucumbiu ante o descrédito da imprensa e da opinião pública, atolada em dívidas superiores a US$ 7 milhões. Mas durante o período de sua existência, a Copersucar-Fittipaldi – batizada de Skol-Fittipaldi em 1980 e depois apenas como Fittipaldi em suas duas últimas temporadas, mostrou que paixão, garra e vontade não faltavam aos brasileiros, que tudo tentaram para conquistar seu espaço dentro da principal categoria do automobilismo mundial.
( Pesquisa texto - ContosDaF1 / Rodrigo Mattar )

REVISTA COLECIONISMO BR
SET COMEMORATIVO COLLECTORS ` RCBR 44 ´
HOMENAGEM - WILSON e EMERSON FITTIPALADI
F1 COPERSUCAR F5A - EMERSON FITTIPALDI
GP F1 RIO DE JANEIRO . BRA - 29 JANEIRO 1978
GRID 7º / FINAL POSITION 2º

- 1 ( UM ) EXEMPLAR DA REVISTA COLECIONISMO BR . Nº 1
- 1 ( UM ) EXEMPLAR DA REVISTA COLECIONISMO BR . Nº 2
- 1 ( UM ) EXEMPLAR DA REVISTA COLECIONISMO BR . Nº 3
- 1 ( UM ) EXEMPLAR DA REVISTA COLECIONISMO BR . Nº 4
- 1 ( UM ) MINIATURA F1 COPERSUCAR F5A 1978
- 1 ( UM ) RÉPLICA EM ALUMÍNIO DA PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO DO CHASSI F5A, UTILIZADO NO GP RIO.
- 1 ( UM ) EMBALAGEM DE ACRÍLICO LUXO COM CÚPULA EXPOSITORA E NÚMERO DE SÉRIE COMEMORATIVO COM CERTIFICADO NUMERADO.

Réplica do Copersucar Fittipaldi F5A, projeto HandMade 1/43 Resina PU com pó de alumínio, produzida pela VOLAREBRASIL ( www.volarebrasil.net.br )

Detalhes em photoetchd e metal zamak, com reprodução do motor e cockpit e layout da época

SÉRIE LIMITADA COM POUQUÍSSIMAS MINIATURAS PRODUZIDAS EM HOMENAGEM O TEAM F1 COPERSUCAR / SKOL / FITTIPALDI, com DESTAQUE ESPECIAL PARA O WILSON FITTIPALDI e EMERSON FITTIPALDI.

VALOR DO SET ( 4 REVISTAS + 1 MINIATURA 1/43 + EMBALAGEM ACRÍLICO EXPOSITORA ) R$ 359,90 + CORREIO. SETs COMEMORATIVOS JÁ DISPONÍVEIS.

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